Em Guimarães, somos todos historiadores. (Diuner de Guimarães)

Espectáculos

Teatro, cinema, música e danças.

Como se divertiam os vimaranenses antes da era digital? A secção Espectáculos levanta o pano sobre a história do lazer em Guimarães. Dos palcos do Teatro D. Afonso Henriques ou do Jordão, à magia das primeiras projecções de cinema, passando pelo circo e pelas touradas. Uma crónica da vida cultural e boémia, dos artistas que cá nasceram ou que por cá passaram e das salas que foram ponto de encontro da sociedade local.

A vida de uma cidade também se mede pela forma como os seus habitantes ocupam os tempos livres. Entre o drama do teatro, a novidade do cinematógrafo e a animação do circo, Guimarães tem uma longa tradição de espectáculos públicos. Esta secção recupera a memória das salas, dos artistas e das plateias que animaram a urbe.

Sob a etiqueta Espectáculos, viajamos para uma época em que o lazer era, essencialmente, um acto social e coletivo. Guimarães, terra de cultura, viu nascer e desaparecer salas míticas que foram o coração da vida mundana. O Teatro Jordão, com a sua imponência, ou o Teatro Afonso Henriques, são protagonistas destas histórias, locais onde se riu, se chorou e se debateu.

Os textos aqui presentes documentam a chegada do cinema à cidade, uma revolução que alterou hábitos e imaginários, e recordam as antigas salas de projecção que hoje apenas existem na memória dos mais velhos. Mas o espectro é mais largo: fala-se das companhias itinerantes, do circo que se instalava no Toural ou no Campo de S. Mamede, e até das corridas de toiros que outrora arrastavam multidões.

Aqui analisa-se a programação cultural de outros tempos, os gostos do público vimaranense e a crítica que se fazia nos jornais da época. É um olhar sobre a sociabilidade burguesa e popular, onde o espectáculo servia de pretexto para ver e ser visto.

Longe de ser apenas uma lista de nomes, peças ou filmes, esta secção procura captar o ambiente das noites de estreia e a importância destes espaços na dinamização cultural da cidade. É a história do divertimento, contada a partir da plateia, recuperando os aplausos que o tempo silenciou.

Palcos e Plateias:
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