Colectividades


Associativismo e cidadania activa.
Guimarães tem um tecido associativo vibrante e secular. A cidade sempre soube organizar-se para o bem comum, para a cultura ou para o recreio. Esta secção conta a história das instituições que são os pilares da sociedade civil: os Bombeiros Voluntários, as Bandas Filarmónicas, os clubes desportivos, os grémios artísticos e as casas de caridade, para além da sua casa maior, a Sociedade Martins Sarmento. Uma homenagem ao esforço coletivo e ao voluntariado que atravessa gerações.


Sozinho vai-se mais depressa, mas juntos vai-se mais longe. A história de Guimarães é também a história das suas associações. Sob a etiqueta Colectividades, documenta-se a vida das instituições nascidas da vontade popular e burguesa para responder a necessidades sociais, culturais e recreativas.
Desde os antigos grémios e confrarias até às modernas associações, Guimarães sempre pulsou ao ritmo do associativismo. Aqui analisa-se a fundação e o percurso de instituições centenárias. Fala-se da Sociedade Martins Sarmento. Fala-se da Associação Artística. Fala-se dos Bombeiros Voluntários, verdadeiros exércitos de paz; das Sociedades Musicais e Artísticas, que democratizaram o acesso à cultura e ao ensino da música; e das instituições de solidariedade que ampararam os desprotegidos.
Mas também se recordam os espaços de sociabilidade desaparecidos, como os antigos clubes de recreio e tertúlias políticas. Estas coletividades foram escolas de cidadania e democracia, muito antes do 25 de Abril.
Através dos seus estatutos, actas e relatórios de atividades, reconstruímos a dinâmica social da cidade. Quem eram os dirigentes? Que causas defendiam? Como se financiavam? É a história da sociedade civil em ação.
A força do colectivo:
O associativismo vimaranense
Colectividades nas Memórias de Araduca






